O passado é tormento E eu finjo não me importar Não me cabe o silêncio E tudo o que eu quero é falar
Que mesmo que eu corra Vem você que nunca me deixa em paz
Lábios cereja em meus dedos O teto pingando suor De longe melhor dos meus erros E eu nunca vou me perdoar
E mesmo que eu corra Vem você que nunca me deixa em paz
E eu me rendo em te dizer Que eu não posso mais lutar Contra o meu coração Me contento em não dizer O quanto esforço-me a negar Sua obscena intensão
És como um caco de vidro De ponta pra cima no chão Do perigo meus passos desvio Mas volto e te aperto na mão
E mesmo que eu corra Vem você que nunca me deixa em paz Me deixa em paz Me deixa em paz
Compositor: Willian de Oliveira Mattos (Willian Mattos) (ABRAMUS)Publicado em 2021 (12/Nov) e lançado em 2020 (13/Nov)ECAD verificado obra #31296717 e fonograma #29727079 em 16/Jun/2024