Haviam as estradas no meu pensamento Que não me levavam pra nada E o tempo corria e ia dizendo Com sua boca calada Que só a tristeza, só a solidão Impedem aos homens de continuar Que assim como o sol, por todo verão Os homens deviam brilhar
Por entre as estrelas, nas noites escuras Ou pelas alturas, no inimaginável E por ser assim brilhar e crescer Pra não viver do passado Porque a vida não é como essas estradas Do meu pensamento, que não levam a nada A vida não é como essas estradas Do meu pensamento, que não levam a nada A vida não é como essas estradas do meu pensamento
Compositor: Luis Augusto Martins Cortes (Lula Cortes) (SADEMBRA)Editor: Ayn Participacoes Ltda (UBC)Publicado em 2003 (26/Jun) e lançado em 2003 (01/Jul)ECAD verificado obra #738081 e fonograma #582989 em 10/Abr/2024