Segunda-feira vou alugar um caminhão, Vou encher de puta veia e vou levar pro maranhão, Uma colher de arroz e outra de feijão, eu vou comendo tudo na catinga do sertão.
O caminhão vem descendo a ribanceira, sovaco igual torneira, azedava só de olhar, Esse rumo com gosto eu vou levando, E as puta veia já vem gritando me pedindo pra parar.
E eu metia a marcha e arregaçava o motor, As puta veia gritava e reclamava de tanta dor,